sexta-feira, 21 de junho de 2013

                             OLÁ PESSOAL HOJE EU VOU FALAR E RESPONDER AS DUVIDAS DE VOCÊS HOJE VAMOS QUESTIONAR SOBRE RELATO:
                                                                


                       O QUE É RELATO? R:          Um relato é um conhecimento que se transmite, geralmente de forma pormenorizada, sobre um determinado assunto. O conceito, com origem no latim relatos, diz respeito aos contos e às narrações não demasiado extensas.
Posto isto, enquanto gênero literário, um relato é uma forma narrativa cuja extensão é inferior à da novela. Por isso, o autor de um relato deve sintetizar o que é mais relevante e enfatizar aquelas situações que são essenciais para o desenvolvimento do mesmo. Se, numa, novela o escritor pode esmerar-se nas descrições, num relato, deve apostar de modo a dar maior impacto com uma quantidade mínima de palavras.

                             O QUE É RELATAR?R:Faz parte dos gêneros pertencentes ao domínio social da memorização e documentação das experiências humanas, situando-as no tempo. Como por exemplo, diários íntimos, diários de viagem, notícias, reportagens, crônicas, jornalísticas, relatos históricos, biografias, autobiografias, testemunhos etc.

EM   QUAIS SITUAÇÕES PERCEBO UM TEXTO COM GÊNERO RELATIVO?R:

                 
                   Walter Benjamin (2004), afirma: "Quem pretende se aproximar do próprio passado soterrado, deve agir como o homem que escava”. É assim que inicio o relato sobre a participação de meus alunos de 7ºanos e 8ºanos na categoria Memórias Literárias da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro Edição 2012.
Com as ferramentas em mãos – planejamento, diário de atividades, textos dos alunos, opinião dos pais, registros e impressões sobre fracassos e conquistas –, vou lentamente escavando e refazendo o longo caminho que começou a ser percorrido em fevereiro, durante a Semana Pedagógica, quando incluí as oficinas no meu Plano Anual de Trabalho. Isso foi possível porque a sequência didática apresentada no Caderno do Professor articula o ensino da escrita, leitura, oralidade e conhecimentos linguísticos com a programação curricular da disciplina.
Ao apresentar aos alunos a proposta da Olimpíada, observei, ao mesmo tempo, interesse e apatia. Registrei no meu diário dois comentários marcantes: "acredito que será fascinante resgatar o passado para entender o futuro", afirmou uma aluna; "sinto que uma longa e chata jornada está começando", rebateu outro aluno.
Não desanimei. Ao contrário, percebi que o primeiro desafio era resgatar a certeza de que todos eram capazes. Então escrevi no quadro em letras garrafais: "Somos do tamanho de nossos sonhos” (Fernando Pessoa) e "É preciso fazer junto, para fazer sozinho” (adaptação de trecho do Caderno do Professor).
Iniciei as atividades com a audição e a análise do texto Transplante de Menina, de Tatiana Belink. Expliquei que deveriam conversar com pessoas da comunidade, solicitando objetos antigos para uma exposição. Antes de encerrar a aula, sugeri livros de Memórias para que fossem se aproximando do gênero.
Após o recreio a bibliotecária me informou que havia emprestado todos os volumes literários disponíveis e que havia lista de espera. Fui para casa contente, até que a dura realidade me atingiu: a tão esperada exposição intitulada "Resgate do Passado" precisou ser adiada, pois os alunos haviam trazido pouco material.Na segunda tentativa, uma surpresa: o corredor da escola ficou pequeno para comportar objetos e visitantes. Em meio a esse contexto, uma descoberta interessante: ao comparar fotos antigas, alunos descobriram até que tinham parentes em comum!
Levei para a sala o livro Viver para contar, de Gabriel Garcia Marquez. Após a leitura de alguns fragmentos, fizemos uma rodada de comentários sobre o texto e ilustrações baseadas nas descrições do autor. Mostrei imagens da Serra Nevada de Santa Marta. O espanto foi geral: "Professora, esse local é muito diferente daquele descrito pelo autor". O comentário da aluna foi o gancho para mostrar que o livro tinha sido publicado em 2002, quando Gabriel estava com 74 anos e ressaltar que boas memórias são contadas simultaneamente, através da perspectiva do presente sobre o passado. Analisamos também textos de Bartolomeu Campos Queirós e Fernando Sabino.   




                                                              '' E ASSIM FOI MAIS 1 DUVIDA TIRADA''                     

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